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"Como encaixar uma entrega sincera em um espaço tão curto de tempo? O que realmente importa ser dito, ser feito? O que fica de fora? É interessante observar, na construção dos personagens, como questões universais, como morte, religião, amor e solidão são assuntos trabalhados em tom confessional, com uma honestidade que, teoricamente, não condiz com um primeiro encontro casual. Porém, abrigados pelo descompromisso advindo da brevidade do encontro, alheios ao receio de possíveis…

Com o tempo foi possível enxergar que as expectativas em cima de outras pessoas eram projeções únicas e exclusivamente minhas, e que ninguém era culpado em não atendê-las. Fato é que não sabemos nos bastar. Aliás, não queremos nos bastar. Entendemos que uma vez nos bastando, seremos reclusos em nossa individualidade, quando o que acontece é justamente o contrário. http://obviousmag.org/antonia_no_diva/2015/ninguem-e-de-ninguem.html

Para esquecer um grande amor é preciso partir. Se tiver chance de viajar, ótimo. Se não tiver, a solução é partir de você mesmo e voltar com outro ponto de vista. Trocar os móveis de lugar, comprar umas roupas novas, dormir do lado contrário da cama, entrar numa aula de desenho ou de violão. Acordar cedo e tomar água de coco sentada na areia de praia. É preciso sair da rotina e passar por essas…

Dos amores da vida. Dos que a gente tenta explicar.

"Quando passamos a enxergar o outro como é - e principalmente nos enxergamos tal qual somos - passamos a construir a base sólida de um amor real, e não a ventania de amores que só existem no pensamento e nos livros de grandes romancistas. Porque para viver um amor é preciso sagrar-se na ideia de que amor não segue modelo, nem base certa."

"Antes de narrar a gênesis do amor, é preciso entender o que ele é. Nas palavras do autor: “amar é ter prazer em ver, tocar, sentir através de todos os sentidos, e tão perto quanto possível, um objeto amável e que nos ama”. Uma fórmula simples, parecida com a do poeta que diz “amar é querer estar perto, se longe; e mais perto, se perto”."

"Sem o amor ao saber não evoluímos intelectualmente e emocionalmente. Sem o amor ao saber não temos senso crítico, não temos autocrítica. Sem o amor ao saber não nos reinventamos, não reciclamos nossas ideias e valores, nos fechamos dentro de nós mesmos, acreditando em paradigmas da infância."

"Talvez seja pelo fato de que o amor, sendo um enigma, não se deixa decifrar, repelindo toda tentativa de classificação ou definição. Por isso, a poesia, campo mítico por excelência, encontra na metáfora a compreensão melhor do amor. Efetivamente, a literatura nunca deixou de falar do amor."

Estamos cada vez mais aparelhados com iPhones, tablets, notebooks, etc. Tudo para disfarçar o antigo medo da solidão. O contato via rede social tomou o lugar de boa parte das pessoas, cuja marca principal é a ausência de comprometimento.

"...já foi montado em 25 países, ganhou 50 grandes prêmios do teatro, arrecadou mais de 5 bilhões de dólares e já foi visto por mais de 100 milhões de pessoas. Mas os números não param por aí, pois tanto a produção de Nova Iorque quanto a de Londres continuam em cartaz até hoje. The Phantom of the Opera domina a posição de maior espetáculo teatral de todos os tempos, ultrapassando o fenômeno “Cats”, também de Lloyd Webber, em todas as categorias."

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