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"Algumas exposições de Num June conversavam sobre as relações humanas e como estas se desembrulhavam entre as novidades do mundo contemporâneo. Como a tecnologia afetava o todo e suas ralações midiáticas."

"Suas composições quebram o paradigma erudito do amor e trazem de forma clara, tocante e escancarada a beleza , as angústias , as dores e as alegrias de uma relação real. Em suas músicas não vemos casos de paixões idealizadas à la Nicholas Sparks , mas enxergamos tanta verdade nos versos que, em algum momento, parece que ele canta a nossa vida."

"O que impressiona não é apenas o estilo meticuloso, refletindo estrategicamente os recursos visuais da obra de arte original, mas Julianne fez um excelente trabalho de canalização de tais sujeitos."

"Se acrescentarmos gente que viaja no tempo e conversa ou se encontra consigo mesmo em outra época, teremos de Marty McFly a Jorge Luís Borges, que foi bater um papo com seu eu velho num de seus contos."

É fácil. É fácil? Não, é difícil. Dá para notar. É difícil. Se fosse fácil nem começaria assim. Se fosse fácil nem seria dor. E é. É lírico. É sua dor. Que quer universal. Que vê universal. Que é nossa. Parece fácil. Ela diz que é fácil. Talvez seja ...

"A teoria mais aceita hoje, sobre Van Gogh, defende que o pintor possuía transtorno bipolar, o que ocorre de forma relativamente comum com epilepsia do lobo temporal, lobo frontal ou amígdala centro-medial. A falta de medicamentos e a marginalidade fizeram a doença ter um curso trágico e crises difíceis para Van Gogh; sem dúvida a bebida piorou o padrão de crises e, como se sabe atualmente, a bipolaridade é uma das maiores causas de suicídio dentre as doenças mentais."

O romantismo do amor parece estar fora de moda. O amor de verdade foi banalizado, diminuído a vários tipos de experiências vividas pelas pessoas, na qual se referem a estas utilizando a palavra amor.

"Eles chegaram aos 100 anos e testemunharam todo um século cheio de eventos, incluindo duas guerras, crises econômicas, destruição, construção, divisão e reunificação. E sobreviveram”.

Quando um ano novo começa, vem o momento de analisar e balancear acontecimentos passados e esperar que daqui em diante seja tudo diferente, e pode até ser que seja, contanto que não tenhamos medo de continuar sentindo.

Paisagens devastadas parecem-me incrivelmente belas. Pois elas envolvem algo que foi feito. Não são, em oposição, imagens de coisas que nasceram de um jeito tal e continuam assim. São imagens de coisas que sofreram uma intervenção – em geral, humana – e que mostram as rugas do sofrimento que as afetou e que permanecem.

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