Pinterest • O catálogo mundial de ideias

Explora Intuição Sobre, Viva Livre e outros!

"Presença Folha de Arte e Crítica" n.º1 a 9, Coimbra, 1927. Foi editada em duas séries: a primeira, entre 1927 e 1940. Distinguindo-se por um cuidadoso grafismo, enriquecido com reproduções de trabalhos de Almada, Sarah Afonso, Mário Eloy, entre outros. Defendeu a criação de uma literatura mais viva, livre, oposta ao academismo e jornalismo rotineiro, primando pela crítica, pela predominância do individual sobre o colectivo, do psicológico sobre o social, da intuição sobre a razão.

A Águia foi uma revista mensal, de literatura, arte, ciência, filosofia e crítica social, que se publicou no Porto, entre 1910 e 1932. A revista iniciou a sua publicação em Dezembro de 1910 descrevendo-se como quinzenal ilustrada de literatura e crítica, tendo como director e proprietário Álvaro Pinto.

CHOLDRA (A) - Semanário republicano de combate e de crítica à vida nacional, dirigido por Eduardo de Sousa. Publicado em 1926, em Lisboa, teve vida efémera, com apenas um ano de existência. O jornal afirma-se como desafio inflamado pela liberdade e como combate contra a reacção. Intitulava-se como jornal, ou panfleto.

Revista surgida em abril de 1916, entre Orpheu (1915) e Portugal Futurista (1917), fundada por Augusto Santa-Rita, Pedro Meneses (pseudónimo de Alfredo Guisado), António Ferro e Cortes-Rodrigues, e que compreende as rubricas de Literatura, Música e "Sciencia, Philologia e Critica". No âmbito da história do primeiro modernismo, esta revista corresponde a um momento de retração e de tentativa de criação de um espaço eclético que acolheria tendências literárias e ideológicas diversas.

SERÕES. REVISTA MENSAL ILLUSTRADA - 2.ª série; N.º 1 A partir da 2.ª série da revista, iniciada em 1905, na sequência da venda do título à Livraria Ferreira, também casa editora, a relação com o livro intensificou-se e assumiu contornos de grande complementaridade. A Serões foi, um canal de divulgação e promoção da Livraria Ferreira, sobretudo, do seu catálogo e dos autores que com ela trabalhavam.

Tríptico - Revista coimbrã, lançada em 1924, sob a direção, entre outros, de Afonso Duarte, António de Sousa, Branquinho da Fonseca, João Gaspar Simões e Vitorino Nemésio. Inclui páginas de poesia, prosa, artigos sobre arte, recensões críticas. Preparando o nascimento da revista Presença, em 1927, nela colaboram, entre outros, José Régio, Alberto de Serpa, Américo Durão, Aquilino Ribeiro, Branquinho da Fonseca, Diogo de Macedo, Raul Brandão ou Teixeira de Pascoaes.

Caderno de notas de Fernando Pessoa : O palrador - [1903] . - [55] p. : il.; 20,5 x 16,1 cm Revista manuscrita dirigida pelo Dr. Pancrácio e outros colaboradores inventados por Pessoa.

Athena, Revista de Arte. Revista dirigida por Fernando Pessoa e Ruy Vaz, da qual só saíram cinco números, entre outubro de 1924 e fevereiro de 1925. Surge no seguimento da linha de orientação do Orpheu, constituiu um símbolo do Modernismo português, devendo-se o seu interesse literário maioritariamente aos textos de Pessoa.

SERÕES. REVISTA MENSAL ILLUSTRADA – Publicou-se em Lisboa, entre Março de 1901 e Dezembro de 1911. Um dos aspetos que mais particulariza a Serões é a sua relação com o mundo do livro. Outra perspetiva que a Serões oferece é a do acompanhamento mensal, ao longo de um período de cerca de seis anos, da linha editorial e dos ritmos de produção de uma casa editora, no início do século XX.

Contemporânea Numero Specimen 1915 (capa de Almada Negreiros). Em Maio, depois do escândalo provocado pelo modernismo gráfico e literário do primeiro número da revista Orpheu, José Pacheco e «um punhado de artistas moços» propõem-se «encarnar uma inspiração de Arte e de Elegância» que vai «ao encontro de uma necessidade comum − mais: de uma exigência social». O 1º número da revista só viria a ser publicado em 1922.