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Meus Velhinhos  Todos já sabem que amo pessoas velhas. Sou uma apaixonada pelo envelhecimento humano e tenho debruçado meus estudos e prática profissional nesta área a muitos anos.  Não posso dizer que sou uma estudiosa da temática (apesar de todo conhecimento adquirido), mas posso dizer que sou uma feroz militante da causa.

Meus Velhinhos Todos já sabem que amo pessoas velhas. Sou uma apaixonada pelo envelhecimento humano e tenho debruçado meus estudos e prática profissional nesta área a muitos anos. Não posso dizer que sou uma estudiosa da temática (apesar de todo conhecimento adquirido), mas posso dizer que sou uma feroz militante da causa.

Protesto para a NATUREZA

Protesto para a NATUREZA

Dizer ao parceiro que voce tem necessidade de alçar voos longos sem magoar, sozinho ou acompanhado, isso sim, é liberdade!

Dizer ao parceiro que voce tem necessidade de alçar voos longos sem magoar, sozinho ou acompanhado, isso sim, é liberdade!

O vazio da existência

O vazio da existência

que-a-minha-paciencia-seja-sempre-maior-que-a-minha-vontade-de-mandar-se-lascar

que-a-minha-paciencia-seja-sempre-maior-que-a-minha-vontade-de-mandar-se-lascar

Céu e mar

Céu e mar

Frase de Virginia Woolf: Não precisa ter pressa. Não há necessidade de brilhar. Não precisa ser ninguém além de si mesmo.

Frase de Virginia Woolf: Não precisa ter pressa. Não há necessidade de brilhar. Não precisa ser ninguém além de si mesmo.

Cidades

Cidades

Eu só quero a calmaria de um lugar que sopra o vento da paz.

Eu só quero a calmaria de um lugar que sopra o vento da paz.

Finjo? Não finjo. Se quisesse fingir, para que escreveria isto? Estas coisas passaram-se, garanto; onde se passaram não sei.. Nunca lá estive — mas acaso sou em quem escreve? ..há acaso realidades tão presentes como estas, que talvez julgais indefinitivas? Ah, as sombras sois vós e as vossas sensações. A realidade, sendo verdadeira, é assim como ma escreveram estes.. Fernando Pessoa s.d. Poemas Completos de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Presença, 1994. - 242.

Finjo? Não finjo. Se quisesse fingir, para que escreveria isto? Estas coisas passaram-se, garanto; onde se passaram não sei.. Nunca lá estive — mas acaso sou em quem escreve? ..há acaso realidades tão presentes como estas, que talvez julgais indefinitivas? Ah, as sombras sois vós e as vossas sensações. A realidade, sendo verdadeira, é assim como ma escreveram estes.. Fernando Pessoa s.d. Poemas Completos de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Presença, 1994. - 242.

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