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Uma lenda da origem do Vanillekipferl é uma história de triunfo do exército Austro-Húngaro sobre o exército Turco em Viena. Para comemorar...

O Exército na História do Brasil (1998)

Joana d’Arc é um dos personagens mais populares da história da França. Filha do povo, revolucionária e patriota, Joana foi uma jovem camponesa que se tornou líder militar e comandou todo um exército para proteger a França do domínio britânico. Foi traída pela monarquia e pela Igreja e condenada à fogueira em 1431, mas se tornou um símbolo de fé e coragem. Fascinado por sua figura, Mark Twain refaz a saga dessa heroína a partir de doze anos de pesquisa baseada nas memórias do Senhor Louis de…

A história do povoado de Canudos e de sua destruição pelo exército brasileiro, em fins do século XIX, é recontada na HQ inédita "A Luta Contra Canudos". Confira!

O primeiro governo da nascente República brasileira foi comandado provisoriamente pelo marechal Deodoro da Fonseca, que havia liderado o levante militar que derrubou a Monarquia e proclamou a República. Por ter sido controlado por membros do exército, o período compreendido entre a Proclamação da República, em 1889, e a eleição de Prudente de Morais, em 1894, ficou conhecido como República da Espada. O governo provisório de Deodoro da Fonseca deveria ainda garantir a realização de uma…

SÃO SEBASTIÃO Nascido no sudoeste da França Narbona (Narbonne em francês) por volta de 256 dC foi criado em Milão Itália. Jovem por volta dos 19 anos ingressou no exército romano e com fama de valente se tornou estimado pelo imperador Dioclesiano. Neste período o cristianismo era duramente perseguido. O imperador desconhecia o fato que o bom soldado era também cristão e costumava ajudar os cristãos presos dando alimentos reduzindo as penas sempre que possível e incentivando a perseverarem…

mulheres guerreiras que mudaram a História - Lyudmila Pavlichenko (século XX) Nascida na Rússia em plena Primeira Guerra Mundial, Lyudmila se mudou com sua família para Kiev aos 14 anos de idade. Durante a Segunda Guerra Mundial,Pavlichenko então se apresentou como um dos primeiros voluntários no recrutamento militar e, recusando a função se enfermeira, tornou-se uma das 2 mil mulheres atiradoras de elite do exército vermelho – das quais somente cerca de 500 sobreviveram. Mega Curioso

Durante a guerra, as mulheres não serviam no Exército Vermelho, mas apenas em cargos de apoio, como enfermeiras ou no correio. Elas trabalhavam no Exército de defesa aérea, comunicações, segurança interna e nas estradas militares. Havia também as divisões de artilharia. Para ingressar nessas unidades, as jovens deviam passar por um treinamento especial. Na foto, mulheres recebem treinamento de tiro, em 1941, em Moscou.

A partir de 1939, as mulheres soviéticas passaram a ter o direito de prestar serviço militar. Nos primeiros dias da Grande Guerra Patriótica, quando o exército alemão se aproximava de Moscou, unidades de voluntárias começaram a se formar na capital.

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