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Através das atuais tecnologias 3D e holográficas, concluiu-se que a Coroa de Espinhos não foi uma simples tiara, mas um artefato que cobria a cabeça toda. O soldado que a urdiu deve ter usado seu próprio capacete como molde. Os grandes espinhos causaram mais de 70 perfurações na cabeça – a ideia já havia sido postulada por Fleury em 1870. A Coroa pode ter sido feita da planta Ziziphus spina-christi ou da Gundelia tournefortii (que só cresce no Oriente Médio).

Coroa de espinhos / A coroa foi comprada de Balduino II, último imperador latino de Constantinopla (nome dado ao Estado Cruzado fundado pelos líderes da 4ª Cruzada), por São Luis IX, rei da França. Para abrigá-las, junto com outras relíquias da paixão, São Luis mandou construir a Saint Chapelle - atualmente se encontram em Notre Dame. Nota: as relíquias da Paixão foram encontradas, pouco depois do Concílio de Niceia, século IV, por Santa Helena, mãe do imperador Constantino.

Entre 2005-7, Bernardo Galmarini, perito na conversão de imagens 2D para 3D, trabalhando nas imagens do Sudário, notou que havia áreas que apareciam como “buracos”. Os estudos de Avinoam Danin, professor de Botânica da Universidade Hebraica de Jerusalém, evidenciam que os vestígios de flores, e outras plantas, eram o motivo. Algumas flores se assemelham com a Matricaria recutita ou Anthemis bornmuelleri. As flores florescem entre março e abril, coincidindo com a época da Crucifixão, 7 de…

Entre 2005-7, Bernardo Galmarini, perito na conversão de imagens 2D para 3D, trabalhando nas imagens do Sudário, notou que havia áreas que apareciam como “buracos”. Os estudos de Avinoam Danin, professor de Botânica da Universidade Hebraica de Jerusalém, evidenciam que os vestígios de flores, e outras plantas, eram o motivo. Algumas flores se assemelham com a Matricaria recutita ou Anthemis bornmuelleri. As flores florescem entre março e abril, coincidindo com a época da Crucifixão, 7 de…

Semelhanças entre o Codex Pray e o Sudário de Turim: existência de furos em “L” (buracos de Poker) de queimaduras anteriores às do incêndio de 1532 (talvez tenha sido um fato contemporâneo para chamar tanto a atenção) / posição dos braços e mãos da imagem de Cristo: braço direito sobre o braço esquerdo – obs: na realidade é o contrario, pois o sudário é uma imagem de contato e a figura está espelhada / representação de um tecido com trama “espinha de peixe” (igual à da tecelagem original)…

O Sudário de Oviedo (83 x 53 cm) está guardado na Câmara Santa da Catedral de San Salvador de Oviedo, Principado de Astúrias, Espanha. Em 1934, durante a Revolução de Astúrias, a Câmara Santa, que guardaba um tesoro artístico romano-bizantino, foi dinamitada pelos revolucionários. Em 1977 a Câmara sofreu um roubo de seu tesouro (Cruz de la Victoria, a Cruz de los Ángeles e a Caja de las Ágatas), as joias foram encontras parcialmente desmontadas / foto do exterior da Câmara Santa.

Avinoam Danin, professor de Botânica da Universidade Hebraica de Jerusalém

Características do pano: o Sudário mede 8 x 2 cúbicos sírios (aprox. 4,4 × 1,1 metros); apresenta o padrão “espinha de peixe”; foi tecido num tear de 4 pedais, próprio da região de Sidon, uns 100 km ao norte de Jerusalém; foi branqueado depois de tecido, isto o situa antes do séc. VII; é de linho, mas tem algumas fibras de algodão de espécie do Oriente médio; não contem lã, o que não seria permitido pelas normas judaicas, tecidos vegetais e animais têm que ser trabalhados em teares…

Medalhão de chumbo do Museu Cluny, dos peregrinos de Lirey, do final do séc. XIV. Achado no rio Sena, em 1855. Os instrumentos da paixão ladeiam os brasões dos 1º proprietários documentados do Sudário de Turim: Geoffroi de Charny, à esq., e Jeanne de Vergy (herdeira do Sudário). No meio há um roundel que simboliza o túmulo vazio. Eles se casaram em 1340. A relíquia foi exposta pela 1ª vez em 1357, um ano após a morte do marido. É visível a trama “espinha de peixe” do linho.