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Explora Coleção Apresentada, Muitos Estilistas e outros!

Muitos estilistas adoram resgatar os chamados rufos em suas criações. Gareth Pugh foi um dos últimos a se lembrar dessa gola do século XVI e colocá-la num dos modelos de sua coleção apresentada em Paris.

No Período Neo-Clássico, a moda, arquitetura e as artes, buscam as linhas Gregas. Foi um “limpar” do Exagero levado às últimas consequências. divulga se o estilo Império como um retorno à simplicidade da mulher grega. Apartir de então tornou obrigatória à celebração da cerimónia civil do matrimónio. Josefina, foi a grande divulgadora da moda Império. A partir da Revolução Francesa, o traje nupcial passou a ser quase sempre claro com tendência ao estilo neo-clássico.

Desde 1380, que os sapatos eram muito bicudos, chegavam até aos 60cm de comprimento, sendo a sola de madeira para poder manter a ponta sem estragar ou perder a forma. O seu comprimento variava dependendo do seu estatuto social (quanto maior os estatuto mais comprido era o bico).

Alessandro Allori. Retrato de Dama Florentina (século XVI)

No século XVI então, o batom virou sensação do momento, ganhou mais popularidade na Inglaterra, durante o reinado da rainha Elisabeth I. Criou-se então um padrão de moda feminina em que a cara era tornada o mais branca possível, com a ajuda de cremes e pó de arroz, contrastando assim com os lábios bem vermelhos. Por essa altura o batom era confeccionado a partir de cera de abelha, óleo de jojoba e derivados de pantas com corantes vermelhos.