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Além de recuperar a área desmatada da floresta, o projeto ajudará a preservar a água na região e fortalecerá a economia local já que as sementes utilizadas no plantio são fornecidas pela Rede de Sementes do Xingu, formada por coletores que trocam e vendem sementes de árvores e outras plantas nativas da região.

O Instituto Bacuri é uma organização da sociedade civil brasileira, sem fins lucrativos, fundado em 2010 no município de São Paulo. Desenvolve e apoia projetos que colaborem para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável do ponto de vista social e ambiental. Integrando atividades de diversas áreas, tais como de educação, esporte, saúde, artes e meio ambiente, o Instituto cria mecanismos para viabilizar e incentivar a participação da iniciativa privada em ações do Terceiro Setor.

de Medium

Xingu Solar

Casa de mais de 6 mil índios, terra indígena enfrenta o desafio que é o do Brasil: investir em energia limpa

Xingu Solar O sol brilha mais forte no Xingu: começamos a instalar placas fotovoltaicas em dezenas de pontos do território indígena e vamos formar técnicos entre os jovens xinguanos para espalhar o conhecimento sobre essa energia verdadeiramente limpa pelas aldeias da região. A revolução, no Xingu, já começou!

Preocupada com o futuro e com os desafios relacionados às mudanças climáticas, a Associação Rede de Sementes do Xingu (ARSX) iniciou no ano passado um trabalho com os jovens da região Xingu Araguaia, no Mato Grosso. Hoje, muitos jovens das zonas rurais têm escolhido migrar para as cidades. Ou por não verem perspectivas no campo ou para estudar. A ideia de envolver os jovens com a Rede de sementes teve como objetivo valorizar o conhecimento tradicional e atraí-los.

No decorrer do curso, os integrantes ajudaram na criação de dois jogos didáticos, tratando o tema de forma mais interativa para apoiar outros jovens do Brasil. O jogo Fenofasicus, pré-lançado no XIII Encontro Geral da Rede, já tem sua versão final e traz o tema da fenologia das plantas de forma lúdica em um jogo de cartas.

Neste mês de novembro, entre os dias 18 e 20, durante a II Gincana Intercultural da Rede, realizada em Canarana-MT, os jovens pesquisadores tiveram a oportunidade de apresentar os resultados obtidos com suas pesquisas para outros 30 jovens, da zona rural, urbana e indígenas, com relação direta ou indireta com a ARSX, convidados pelos próprios jovens pesquisadores. Através de registros fotográficos, desenhos e redações, os pesquisadores compartilharam os resultados com o grupo de convidados.

No terceiro dia da Gincana, os jovens participaram de uma expedição à Terra Indígena Pimentel Barbosa, na aldeia Ripá, do povo Xavante, e tiveram uma experiência de grande troca intercultural. Abeldo Virawê, o jovem pesquisador anfitrião, teve a oportunidade de compartilhar as atividades tradicionais de sua cultura, como canto tradicional de padrinho para afilhado, luta corporal, corrida de velocidade, arco e flecha.

“Ali nunca secava, dava peixes e nesse ano secou, ficou sem nada”. Tawaiku acredita que são dois os motivos para secar a lagoa: mudanças climáticas e as PCHs Paranatinga no rio Culuene, tirando a força da água. “Eu preciso compartilhar essas informações de que as coisas estão mudando”.