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A mulher da Pat Bo, toda trabalhada na cultura viking pra esse outono-inverno 2016, ficou mais sofisticada, menos romântica, quase uma guerreira fashion. O melhor do desfile é o começo, com o bordado de cordas de diversos pesos e grossuras se misturando, e o tweed rústico de tons de azul, preto e cru; e o fim, com uma estampa abstrata que veio de uma foto de geleira borrada e tratada (ela ganha franjas de seda, fazendo efeito 3D), ou com o geométrico dourado mais franjas pretas.

A mulher da Pat Bo, toda trabalhada na cultura viking pra esse outono-inverno 2016, ficou mais sofisticada, menos romântica, quase uma guerreira fashion. O melhor do desfile é o começo, com o bordado de cordas de diversos pesos e grossuras se misturando, e o tweed rústico de tons de azul, preto e cru; e o fim, com uma estampa abstrata que veio de uma foto de geleira borrada e tratada (ela ganha franjas de seda, fazendo efeito 3D), ou com o geométrico dourado mais franjas pretas.

Combata o frio com casacos amplos, pernas de fora (mas botas de couro de cobra pra esquentar) e o colorido – essa é a proposta da Animale pro outono-inverno 2016! Uma variedade de texturas (veludo, renda, seda, couro, malha canelada, lã de ovelha bem peludinha) enriquece a coleção, e a cartela de cores, com especial ênfase no rosa quartzo.

Combata o frio com casacos amplos, pernas de fora (mas botas de couro de cobra pra esquentar) e o colorido – essa é a proposta da Animale pro outono-inverno 2016! Uma variedade de texturas (veludo, renda, seda, couro, malha canelada, lã de ovelha bem peludinha) enriquece a coleção, e a cartela de cores, com especial ênfase no rosa quartzo.

Quando tudo está perdido, sempre existe uma luz – e em época de crise econômica, é na positividade que Samuel Cirnansck se baseia nesse desfile de outono-inverno 2016 pra dar um up! Na prática, sua moda festa vem cheia de flores e cristais (tanto na própria roupa como nos acessórios, inclusive nos grampos no cabelo) mais leveza em drapeados e transparências (a estruturada é o próprio crinol).

Quando tudo está perdido, sempre existe uma luz – e em época de crise econômica, é na positividade que Samuel Cirnansck se baseia nesse desfile de outono-inverno 2016 pra dar um up! Na prática, sua moda festa vem cheia de flores e cristais (tanto na própria roupa como nos acessórios, inclusive nos grampos no cabelo) mais leveza em drapeados e transparências (a estruturada é o próprio crinol).

Os atletas urbanos da UMA fazem maratona pela cidade com looks de couro, bolsas de alumínio e botas de cano alto de neoprene. Parece desconfortável? Não é: como tudo na marca, conforto e simplicidade são palavras de ordem e é aí que está sua força.

Os atletas urbanos da UMA fazem maratona pela cidade com looks de couro, bolsas de alumínio e botas de cano alto de neoprene. Parece desconfortável? Não é: como tudo na marca, conforto e simplicidade são palavras de ordem e é aí que está sua força.

A mulher que batalha – Joana d’Arc como o maior ícone – é o mote da Lolitta pra esse outono-inverno 2016. Isso se junta com uma viagem da estilista pra Praga, onde ela conheceu um museu de armaduras. Então ela parte de malhas metálicas, por exemplo, pra trabalhar a sua coleção – o fio de rayon encapado de metal que veio do Japão ajuda a dar o efeito, ao lado de lurex metalizado.

A mulher que batalha – Joana d’Arc como o maior ícone – é o mote da Lolitta pra esse outono-inverno 2016. Isso se junta com uma viagem da estilista pra Praga, onde ela conheceu um museu de armaduras. Então ela parte de malhas metálicas, por exemplo, pra trabalhar a sua coleção – o fio de rayon encapado de metal que veio do Japão ajuda a dar o efeito, ao lado de lurex metalizado.

Os atletas urbanos da UMA fazem maratona pela cidade com looks de couro, bolsas de alumínio e botas de cano alto de neoprene. Parece desconfortável? Não é: como tudo na marca, conforto e simplicidade são palavras de ordem e é aí que está sua força.

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Pra quem gosta de promoção a Lenny Niemeyer (da esq.) está liquidando a coleção de verão: bata ampla (de R$ 395 por R$ 237) e saia longa plissada (de R$ 990 por R$ 594). Huis Clos, à direita: calça (de R$ 980 por R$ 490) e veste (de R$ 1.190– por R$ 595) - vem ver mais no site!

Pra quem gosta de promoção a Lenny Niemeyer (da esq.) está liquidando a coleção de verão: bata ampla (de R$ 395 por R$ 237) e saia longa plissada (de R$ 990 por R$ 594). Huis Clos, à direita: calça (de R$ 980 por R$ 490) e veste (de R$ 1.190– por R$ 595) - vem ver mais no site!

Sexo. Referências entre as artes de Gustave Courbet e Louise Bourgeois investigam a sensualidade–sexualidade fugindo de clichês e procurando a sutileza no desfile de outono-inverno 2017 de Vitorino Campos apresentado no SPFW.

Sexo. Referências entre as artes de Gustave Courbet e Louise Bourgeois investigam a sensualidade–sexualidade fugindo de clichês e procurando a sutileza no desfile de outono-inverno 2017 de Vitorino Campos apresentado no SPFW.

A mulher que batalha – Joana d’Arc como o maior ícone – é o mote da Lolitta pra esse outono-inverno 2016. Isso se junta com uma viagem da estilista pra Praga, onde ela conheceu um museu de armaduras. Então ela parte de malhas metálicas, por exemplo, pra trabalhar a sua coleção – o fio de rayon encapado de metal que veio do Japão ajuda a dar o efeito, ao lado de lurex metalizado.

A mulher que batalha – Joana d’Arc como o maior ícone – é o mote da Lolitta pra esse outono-inverno 2016. Isso se junta com uma viagem da estilista pra Praga, onde ela conheceu um museu de armaduras. Então ela parte de malhas metálicas, por exemplo, pra trabalhar a sua coleção – o fio de rayon encapado de metal que veio do Japão ajuda a dar o efeito, ao lado de lurex metalizado.

E a apresentação é cheia de autoexplicações. Uma ficção é armada, mesmo que sem uma narrativa muito linear: uma personagem que é caracterizada por marionetes do tamanho de uma mulher de verdade tem cara à Marlene Dietrich, canta “La Vie en Rose” como Dietrich, usa uma peruca que lembra Dietrich e… dá-lhe narração em off chamar a cantora de Marlene, bem pouco sutil.

E a apresentação é cheia de autoexplicações. Uma ficção é armada, mesmo que sem uma narrativa muito linear: uma personagem que é caracterizada por marionetes do tamanho de uma mulher de verdade tem cara à Marlene Dietrich, canta “La Vie en Rose” como Dietrich, usa uma peruca que lembra Dietrich e… dá-lhe narração em off chamar a cantora de Marlene, bem pouco sutil.

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