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Há algumas décadas uma espécie de cobra foi introduzida em Guam. Ela se multiplicou e começou a se alimentar de ovos de aves que faziam seus ninhos no chão. Hoje não há mais aves terrestres na ilha localizada no sul do Oceano Pacífico. Felizmente, isso não ocorreu em Galápagos. Existem quatro espécies de cobras no arquipélago. Elas são pequenas e difíceis de serem avistadas devido ao seu pequeno tamanho: http://abr.io/4g3r

Embora Charles Darwin possuísse a maior coleção de tentilhões de Galápagos, que posteriormente foram chamados de tentilhões-de-Darwin, ele não havia anotado em qual ilha havia coletado cada espécie. Embora soubesse da importância dos animais, Darwin não tinha informações suficientes para utilizá-los em sua pesquisa. Em seu livro A Origem das Espécies, em que apresentou a Teoria da Evolução para o mundo, não há nenhuma menção a essas aves: http://abr.io/4g3r

Um vislumbre da evolução. Foi o que Charles Darwin sentiu ao analisar os sabiás de Galápagos. Existem quatro espécies no arquipélago, todas muita parecidas, mas cada uma com um bico ligeiramente diferente e proveniente de uma ilha distinta: http://abr.io/4g3r

Em Galápagos, os animais se comportam de forma diferente. É possível chegar a centímetros de qualquer bicho sem que ele se sinta ameaçado. Isso acontece porque nenhum grande predador terrestre conseguiu chegar e se estabelecer nas ilhas. Assim, nada que ande representa perigo para a fauna daqui. A ameaça vem do céu! O gavião-de-Galápagos é o único grande predador capaz de controlar a população de animais terrestres: http://abr.io/4g3r

African elephants come face to face with one of Africa’s most fearless animals, wild dogs, at the Sabi Sands Private Game Reserve near Kruger National Park in South Africa Picture: Greatstock / Barcroft Media

de viajeaqui.abril.com.br

Fotos: Amazônia por Araquém Alcântara

Arara-azul - Foto do livro Amazonia, da editora La Martiniere, de Araquém Alcântara